Digitalização Revolucionando Projetos Executivos de Engenharia

Ruptura e Digitalização, dois termos em alta, mas a questão é que quando mudamos as antigas ferramentas de Projeto Detalhado [DD] para uma nova maneira de pensar e trabalhar, nós encaramos novas oportunidades e até mesmo possibilidades que vão além do antigo padrão obsoleto. O modelo antigo de Projeto Detalhado de engenharia migrou “apenas” do modo de desenhar na prancheta para o computador, e então do 2D para o 3D. Agora, nós mudamos o jeito de projetar em linhas e curvas para o projeto de objetos. Selecionando e criando objetos, nós conseguimos construir o projeto, e isso é feito por softwares, como por exemplo o REVIT e o COMOS.

 

Mas isso muda a forma de execução do DD? A resposta mais rápida é: não precisa mudar! Mas acaba sendo tão óbvio agora, que não podemos mais esconder que existe uma maneira muito melhor hoje em dia de se fazer DD, do que pagar uma empresa de engenharia para fazer todas as partes desse complexo e completo projeto detalhado.

 

O problema com o modelo antigo é que uma empresa de engenharia iria fazer desenhos de todos os detalhes da instalação. Eles iriam usar a combinação de uma biblioteca de desenhos com linhas projetuais. Iriam também escolher sistemas e soluções de sua preferência, e determinar qual é a melhor escolha, e então colocar o desenho no papel. Sempre que conveniente e utilizando criatividade, eles iriam customizar soluções, independente de custos e da complexidade da construção. Com isso, o projeto seria licitado e a empresa ganhadora teria que redesenhar muito para fazer com que as soluções e propostas coubessem no orçamento do cliente. Durante a fase de construção, esses ajustes iriam então criar muitos problemas, incompatibilizações, etc. Geralmente iria resultar em custos extras, atrasos, más soluções, etc. Além disso, o projeto inicial e produto final acabariam bem diferentes um do outro.

 

É óbvio que isso precisa ser mudado, ser interrompido, independentemente do antigo jeito de se projetar ou do novo. O modo de projetar o objeto faz com que possamos enxergar o quanto de desperdício, risco e limitações existem no antigo modelo de projeto detalhado.

 

Imagine que você possa construir uma planta produtiva com LEGO e então você só pode escolher as peças padrões que estão disponíveis na biblioteca de seus fornecedores, e se você precisar de uma peça especial, precisará também de uma aprovação de seu gerente e de seu fornecedor. Imagine que você não tem somente as especificações, mas também um preço em cada peça que adicionar. Imagine que o time de construção tem que instalar 98% de peças comuns e apenas 2% de personalizadas.

 

É por isso que nós da Nordika desenvolvemos o “novo” modelo para a fase de DD:

Nós compartilhamos este modelo com nossos clientes e tivemos retornos positivos. Nós tivemos restrições de empresas de construção em dúvida da funcionalidade deste modelo na obra, referente a trabalhar com o modelo 3D. Na Nordika, nós acreditamos que as escolhas de objetos comuns irão melhorar a relação entre projeto/engenharia e a construção, pela sua padronização segurança na obra. No entanto, é o mesmo desafio que tivemos antes e isso reflete na necessidade de treinamento em como trabalhar com soluções padrões e customizadas.

 

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Ole Broch, CEO Nordika